11. Versionamento e Governança do Padrão

Este capítulo define como o próprio RCOS evolui como padrão.

11.1 Curadoria do Padrão

11.1.1 O RCOS DEVE ter um órgão ou processo de curadoria identificável.

11.1.2 As responsabilidades do curador DEVEM incluir:

  • Manter a especificação canônica
  • Gerenciar lançamentos de versões
  • Curar materiais de referência e aprendizagem
  • Proteger os invariantes da Camada 0 do próprio padrão

11.1.3 O curador NÃO DEVE atuar como autoridade de fiscalização sobre as comunidades.

11.1.4 A curadoria do RCOS DEVE priorizar clareza, estabilidade e aprendizados do mundo real em vez de pureza ideológica.

11.2 Processo de Mudança

11.2.1 As mudanças no RCOS-Core DEVEM seguir um processo de mudança definido.

11.2.2 O processo de mudança DEVE incluir:

  • Submissão de propostas
  • Período público de revisão e feedback
  • Mecanismo e autoridade de decisão
  • Versionamento e publicação

11.2.3 A compatibilidade retroativa DEVERIA ser preservada sempre que possível.

11.2.4 Mudanças incompatíveis DEVEM ser claramente marcadas e justificadas.

11.2.5 Versões substituídas do RCOS DEVEM permanecer publicamente acessíveis.

11.2.6 O próprio RCOS DEVE modelar os mesmos princípios que exige das comunidades: explicitude, autoridade limitada, reversibilidade e aprendizagem.

Padrão RCOS por EcoHubs

Um sistema operacional modular que define como as comunidades intencionais se organizam — da governança e dos papéis ao compartilhamento de recursos e à resolução de conflitos — em prol da resiliência, da equidade e da regeneração.

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